Lil Durk (Durk Banks) segue para o júri em 20 de agosto de 2026 em Los Angeles - mas com o processo mais estreito do que a acusação queria. O juiz federal Michael W. Fitzgerald manteve a data e separou counts de racketeering que a promotoria tinha enfiado na denúncia em junho.
Na prática, o julgamento de agosto fica focado no núcleo de murder-for-hire ligado ao tiroteio de 2022 em um posto de gasolina em LA. Os novos counts de violência em auxílio a atividade de racketeering (VICAR), que puxavam episódios alegados em Chicago e Atlanta, ficam para um segundo processo, ainda sem data.
A defesa argumentou que a promotoria mudou a teoria do caso tarde demais - acrescentando gangue/OTF e outros episódios a semanas do júri. Fitzgerald, segundo relatos da audiência, cobrou a acusação por não ter trazido essa linha antes e rejeitou o pedido de adiar o julgamento só porque a denúncia inchou.
Para Durk, a separação é vitória tática clara: o júri de agosto não vai sentar vendo um mural completo de alegações de Chicago no mesmo pacote. O advogado Drew Findling celebrou a ordem e reiterou a linha de inocência que a defesa sustenta há cerca de 21 meses.
A acusação federal alega que Durk teria colocado um preço ligado a Quando Rondo, em contexto de retaliação pela morte de King Von (2020). No ataque de agosto de 2022 em Los Angeles, Quando teria sobrevivido; Saviay'a Robinson foi morto. Durk e co-réus negam as acusações do governo.
Casos criminais de rappers viram conteúdo rápido demais. O ponto aqui é o escopo do júri. Agosto vai testar o núcleo de LA. O segundo round de racketeering - se vier - é outra guerra. Até lá, qualquer narrativa que misture os dois pacotes como se já estivessem no mesmo júri está desatualizada.
