Rico Nasty soltou "RX" no ciclo de lançamentos de fim de julho. A MC de Maryland segue no próprio lane: energia punk-rap, grit e estética que não pede licença ao trap radio-friendly.
Rico é uma das poucas figuras que mantêm o "barulho" como identidade central num streaming que premia suavização. Cada projeto novo testa se ainda existe espaço massivo pra essa raiva sonora - ou se ela vira nicho cult eterno. "RX" é mais um round dessa aposta.
